terça-feira, novembro 17, 2009

Na Escola de Maria, missionários do Tabor


Estimadas famílias que recebem a visita mensal da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt! Reunimos-nos neste mês de novembro para renovar nossa Aliança de Amor!

Com a Igreja, no decorrer desse mês, celebramos três momentos importantes da liturgia: a festa de todos os Santos, o dia de finados e a festa de Cristo Rei. Estas celebrações nos fazem refletir que cada um de nós é chamado à santidade. Esta não é privilégio de alguns. Todos nós somos convidados a vivê-la.

A festa de todos os Santos preenche, com um novo significado, o mistério da vida e da morte. Leva-nos a confrontar o nosso peregrinar aqui na terra, para alcançarmos as glórias do céu.

A Igreja nos ensina que “a comunhão dos Santos”, que professamos na oração do CREDO, ultrapassa o limiar da morte, porque nos leva a ter como modelos àqueles que “saíram da grande tribulação. Eles lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro. Por isso, eles estão diante do trono de Deus e O servem no seu templo dia e noite.” (Ap 7, 14-15)

Essas palavras da Sagrada Escritura enchem nosso coração de alegria e certeza: fomos chamados a sermos santos e a fazer parte do Reino de Cristo.

E ao celebrarmos a festa de Cristo Rei do Universo recordamos sua realeza e divindade. Cristo espera que nós abramos nosso coração para Ele – o Rei do Universo; Ele deseja entrar e transbordar sua graça e ajudar-nos a sermos firmes e perseverantes na luta diária pela santidade.

Esperamos que muitas famílias abram-se para Cristo, por isso, empenhamos todas as nossas forças na evangelização com a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, pois Maria quer ver seu Filho glorificado em cada lar, em cada coração. A melhor maneira de ver Jesus glorificado é a renovação e santificação de nossa família.

Santificamos nossa família quando praticamos o perdão, quando somos mais pacientes entre nós e procuramos rezar em família, para fortalecer a fé. A vida diária é exigente, mas a vivência do amor e a consciência de estarmos vivendo de forma coerente com os ensinamentos do Evangelho, nos ajudam a vencermos as dificuldades e a aproveitarmos as oportunidades, para avançar na conquista da santidade.

Confiamos à Mãe de Deus que pela renovação da Aliança de Amor possamos todos os dias de nossa vida, glorificar seu Filho, nosso Rei e Salvador.
Irmãs de Maria de Schoenstatt

Irmãs de Maria de Schoenstatt - Atibaia/SP

Fonte:http://www.maeperegrina.com.br/publicacoes/fol_alian.html

SANTA ISABEL DA HUNGRIA


Santa Isabel da Hungria.

Nasceu em 1207 em Presburg, Hungria e era princesa e filha do Rei André da Hungria, casou-se com o príncipe Luís de Thuringa na idade de 13 anos Construiu um hospital no sopé da montanha na qual o seu castelo ficava e ela mesmo cuidava dos doentes. Sua família se opunha a isto, mas ela insistia que deveria seguir os ensinamentos de Cristo.

Certa vez ela estava levando comida para um doente pobre e Luís mandou que ela parasse e olhou debaixo do seu manto, mas em vez de comida ele só encontrou rosas. Este teria sido o seu primeiro milagre. Com a morte de Luís ela vendeu tudo que tinha e deu maior assistência aos pobres e doentes. Diz a tradição que ela curava certos doentes apenas com suas preces.

Como Wartburg era localizado no alto de um morro íngreme e de difícil acesso aos doentes ela construiu um hospital no pé do morro e várias vezes ela mesma alimentava e cuidava dos doentes. Certa vez foi vista carregando para dentro do castelo uma criança pequena com lepra e o colocou em um cama e as criadas da corte se assustaram e chamaram seu marido Luís, para mostrar o que sua esposa havia feito. A chegar e olhar para a criança ele somente viu o Menino Jesus sorrindo para ele. Desmaiou.

Após esse milagre ela, com a benção de seu marido, construiu orfanatos, fundou outro hospital com 28 camas (considerado de bom tamanho para a época) e ainda providenciou para que centenas de pessoas fossem alimentadas diariamente.

Certa vez horrorizada com a coroa de espinhos na cabeça de Jesus, nunca mais usou sua coroa dentro de uma igreja ou capela, e nos dias de jejum e na semana santa e feriados religiosos ela não usava a coroa e nem as vestimentas de rainha e sim modestas vestes comuns, algumas em farrapos. Seus criados e criadas eram proibidas de a servirem ou a atenderem nesses dias. Fazia questão de fazer tudo sozinha.

Ela deu grande quantidade de grãos a uma Alemanha faminta e por isto é a padroeira dos padeiros e dos campos de trigo. Ela faleceu de causas naturais em 1231 em Marburg. Seu túmulo passou logo a ser um local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão.

Suas relíquias, inclusive seu crânio coberto com o seu véu e com a coroa de princesa, são cuidadosamente preservadas no Convento de Santa Elizabeth em Viena, na Áustria.

Foi canonizada em 1231.

Ela é representada na arte litúrgica como uma mulher carregando pães ou rosas no seu manto, ou usando coroa de princesa ou dando comida a um pedinte.